RAINHA DA PAZ NO FACEBOOK

terça-feira, 30 de junho de 2009

Temperamentos















Manuela Melo
psicologia@cancaonova.com
Missionária da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia, com especialização em Logoterapia e MBA em Gestão de Recursos Humanos.

DESCRIÇÃO


Como você reage a determinadas situações em sua vida? É calmo ou explosivo? Ansioso ou paciente? Afinal, você sabe qual é o seu temperamento?

DETALHES


DURAÇÃO: 00:15:35

autor: Michelle Mimoso ( Fonte Canção Nova )

OUÇA O PODCAST


domingo, 28 de junho de 2009

Evangelho (Mateus 16,13-19)

Domingo, 28 de Junho de 2009
SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO


— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo,
13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.
19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

São Guilherme

Com grande devoção, hoje, lembramos a santidade de vida de São Guilherme, que nasceu em Vercelli, Itália, no ano de 1085. Órfão muito cedo, foi morar com os familiares que em nada o impediram de seguir Jesus e realizar seus anseios de vida religiosa.

Quando tinha apenas 14 anos, Guilherme saiu com vestes penitenciais para visitar o Santuário de São Tiago Compostela, na Espanha, visando expressar sua caminhada espiritual. Aconteceu que desejava peregrinar para a Terra Santa, mas devido a turbulências políticas, desviou-se e acabou se retirando no Monte Partênio (Monte da Virgem) e ali se retirou em silêncio, penitência e oração.

São Guilherme, ao começar a construção do Santuário de Nossa Senhora do Monte Virgine, com o tempo, teve de organizar a comunidade dos monges formada a partir de sua total consagração. E desta forma nasceu o primeiro dos vários mosteiros fundados pelo Santo.

Combatente contra o mal, durante os 67 anos de existência ele não admitiu o pecado em sua vida, tanto que diante da malícia de uma mulher, ele preferiu jogar-se em brasas acesas do que nos braços do pecado; e por graça foi preservado milagrosamente de qualquer ferimento.

São Guilherme, rogai por nós!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Solenidade do Nascimento de João Batista

Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista que, ao lado da Virgem Maria, são os únicos em que a liturgia lembra o seu aniversário natalício. São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao pai Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.

Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista que na beira do Rio Jordão ou Mar Morto viviam em profunda penitência e oração. Pode-se concluir isso a partir do texto de Mateus: "João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre".

O que tornou este santo tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor através de suas pregações que chamavam à mudança de vida e batismo de penitência (por isto Batista). Como nos ensinam as Sagradas Escirturas: "Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo" (Mt 3,11). Os Evangelhos nos revelam a inauguração da Missão Salvífica de Jesus, a partir do Batismo recebido pelas mãos do precursor João e manifestação da Trindade Santa.

São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Cristo aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, e acabou decapitado devido o ódio de Herodíades, mas morreu na santidade e reconhecimento do próprio Cristo: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista" (Mt 11,11).

São João Batista, rogai por nós!

Entrevista com Doutor José Augusto Nasser
















Doutor José Augusto Nasser

"Os jovens precisam se conhecer para saber em que são fortes e em que são fracos"


Doutor José Augusto Nasser, que é cirurgião neurológico, ministra palestras por inúmeras universidades nacionais e estrangeiras sobre o autoconhecimento num mundo globalizado. Sobre esse assunto, o médico, que é autor do livro “Semeando dons, colhendo vocações”, fala ao cancaonova.com salientando a importância de nos conhecermos verdadeiramente a fim de descobrirmos nossos dons, limitações e vocações de forma a amadurecermos com discernimento.


cancaonova.com: Como o senhor define autoconhecimento?



Dr. Nasser: Autoconhecimento é todo caminho de aprofundamento na identidade da própria pessoa. Os pais têm muita limitação para ajudar os filhos a se conhecerem, pois estes são educados no conhecimento sobre as coisas exteriores, mas não se conhecem a si mesmos. Identificam-se apenas com aquilo que os outros dizem que eles são.



Depois de uma certa idade, as pessoas acham que alguma coisa está errada, porque não é possível que elas estejam com aquele rosto... Elas se sentem mais jovens. Todos nós vivemos a vida inteira dentro de uma certa idade e maturidade e nunca nos vemos como pessoas idosas, não temos essa autopercepção.



Nós estamos sempre "pendulando" entre um ponto e outro diante das pessoas e dos lugares onde estamos. Como é bom refletir sobre isso para amadurecer a ponto de sermos a mesma pessoa em todos os lugares. E só é a mesma pessoa em todos os lugares quem se conhece, quem sabe o que é valor, quem amadurece e sabe escolher. A partir daí, é possível ter liberdade de escolha, porque já se sabe o que é certo e o que é errado. São pessoas que têm discernimento.



Sabedoria é um dom de Deus que independe do quanto você conhece das coisas do mundo, mas depende de quanto você reconhece as coisas de Deus.


.: Flickr: Veja mais fotos desta entrevista




cancaonova.com: O que é fundamental para nos conhecermos?



Dr. Nasser: É necessário que façamos o que chamamos de história de vida. Escrever a sua história de vida para identificar nela tantas coisas que o levam a agir, hoje, de uma forma intempestiva e agressiva, porque ela [vida] é machucada. Mas o que a machucou? Qual o trauma na vida dessa pessoa? É aquele famoso exercício de conhecimento da sua própria história, derramamento de um amor que cura através do perdão, da reconciliação e do arrependimento. Quanta coisas são emocionais e precisam de nome? Quando eu coloco nome naquilo que eu sinto, aquilo perde o valor e o poder dentro de mim. Essa é uma viagem dentro do seu inconsciente. É preciso, então, escrever a sua história com o consciente, depois, vamos trabalhar um pouco mais o inconsciente. E só há uma Pessoa poderosa que pode ir ao seu inconsciente e curá-lo: Jesus Cristo. Quanto mais você dominar aquilo que em você é interior, mais estável você ficará e receberá a paz. A paz de Jesus é exatamente isso: quando Ele plenifica você por dentro. Aí, você se sente uma pessoa com muita capacidade.



cancaonova.com: Com a correria do dia a dia, é comum as pessoas esquecerem-se de si mesmas ou "deixarem a si mesmas para depois". Que problemas isso traz ao longo do tempo?



Dr. Nasser: Imaturidade crônica. São os adultos infantis. Deus nos falou que deveríamos ter um coração de criança, pois "os corações puros verão a Deus". Mas as pessoas confundem isso com infantilidade. O Senhor não falou que as pessoas que vão para o céu são as imaturas. Ele disse “sede santos como vosso Pai é santo” e caminho de santidade é o caminho onde você se deixou transformar. As pessoas passam a vida, durante muito tempo, sendo reféns de suas fraquezas. Isso é muito mais do que um aprisionamento, elas estão como reféns. Dessa forma, elas não têm para onde olhar, sentem que a vida não tem graça, pois Deus não pode agir, porque não O deixaram. É mais fácil ouvirmos os conselhos do mundo.



Para saber mais sobre autoconhecimento, ouça todo o Podcast no início desta entrevista.

terça-feira, 23 de junho de 2009

São José Cafasso

O santo de hoje nasceu em Castelnuevo, no ano de 1811, onde também nasceu o grande São João Bosco. José Cafasso, desde criança, sentiu-se chamado ao sacerdócio, que foi se tornando cada vez mais forte no decorrer de sua vida com Deus.

Assim, entrou para a formação sacerdotal e se tornou padre aos 23 anos, destacando-se no meio de tantos por seu amor aos pobres e zelo pela salvação das almas. Depois de comprovado e dedicado trabalho na Igreja de São Francisco em Turim, José assumiu, com toda sua bagagem de pregador, confessor e iluminado diretor espiritual, a função de reitor e formador de novos sacerdotes.

Dom Bosco foi um dos vocacionados que desfrutou das formações e aconselhamentos deste santo, pois como um sacerdote sintonizado ao coração do Cristo Pastor, sabia muito bem colocar sua cultura eclesiástica, dons e carismas a serviço da salvação do próximo.

Dentre tantos ofícios assumidos por este homem incansável, que foi para o Céu em 1860, despontou José Cafasso na evangelização dos condenados à forca, tanto assim que ficou conhecido com o "Santo da Forca".

São José Cafasso, rogai por nós!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Santos João Fischer e Tomás More

Lembramos neste dia dois grandes mártires da Reforma na Inglaterra, que com o testemunho cristão combateram a favor da unidade da fé cristã e dignidade do matrimônio. Aconteceu que o rei Henrique VII, no ano de 1530 quis a dissolubilidade do seu matrimônio, e por não conseguir isto da Igreja Católica, que não pode ir contra a Palavra de Deus, o rei irado publicou um Ato de Supremacia que o proclamava chefe temporal da Igreja na Inglaterra, isto de maneira ilícita.

São João Fischer, nasceu no ano de 1469, e era um arcebispo de Rochester muito aceta, sábio e humanista profundo que desejava profundamente uma Renovação interna na Igreja, mas não nos moldes da desobediência do rei. Diante do fato, e das propostas reais, Fischer santamente denunciou, como um João Batista, todo o erro do rei, por isto João Fischer foi muitas vezes preso até condenado a morte, isto no ano 1535.

Passados quinnze dias após o martírio de Fisher, o companheiro Tomás More, nascido em Londres em 1477, era um pai de quatro filhos, fiel esposo e chanceler real, demitiu-se do cargo pois não queria trair a consciência com o voto a favor do Ato de Supremacia, por isto não tardou em ser preso. Sua esposa o visitou na cadeia e chegou a pedir-lhe que usasse da saída de negar apenas externamente fé para conservar a vida, mas Santo Tomás Mores aceitou a decapitação depois dizer palavras que bem unificam o testemunho destes dois homens que não venderam a alma: "Sede minhas testemunhas de que eu morro na fé e pela fé da Igreja Católica, e morro fiel servidor de Deus e do rei. Rogai a Deus afim de que ilumine o rei e o aconselhe"


Santos João Fischer e Tomás More, roguem por nós!


domingo, 21 de junho de 2009

Bento XVI destaca exemplo de oração e caridade de Padre Pio




















Papa Bento XVI reza diante da cripta onde estão expostos os restos mortais de São Pio de Pietrelcina

Rádio Vaticano


O Papa Bento XVI realizou neste domingo, 21, uma visita pastoral a San Giovanni Rotondo, terra de Padre Pio. Ao chegar à cidade, localizada na região da Puglia, sul do país, o Santo Padre visitou o Santuário de Santa Maria das Graças, onde se deteve em oração para venerar os restos mortais de São Pio de Pietrelcina, que repousam na Cripta.

O encontro com os fiéis aconteceu às 10h30 (hora local), no adro da igreja dedicada ao santo capuchinho, onde o Pontífice presidiu à Santa Missa.

Na homilia, comentando as leituras do dia, o Papa falou da relação entre Deus e as forças da natureza. Na Bíblia, o mar é considerado como um elemento ameaçador, caótico, potencialmente destrutivo, que somente Deus, o Criador, pode dominar e aplacar.

Poder do amor

Mas existe outra força, recordou o papa, uma força positiva que move o mundo, capaz de transformar e renovar as criaturas: é a força do amor de Cristo. Uma força não essencialmente cósmica, mas divina, transcendente.

O gesto de acalmar a tempestade é um sinal claro da senhoria de Cristo sobre as potências negativas e induz a pensar na sua divindade. Mas chegará o momento em que também Jesus sentirá medo e angústia: quando sua hora chegar, sentirá sobre si todo o peso dos pecados da humanidade. Esta sim será uma terrível tempestade, não cósmica, mas espiritual.

Naquele momento, Jesus não duvidou do poder de Deus Pai e da sua presença, não obstante tenha sentido plenamente a distância que separava o amor do ódio. Naquele instante, de um lado Jesus foi uma só coisa com o Pai, plenamente abandonado a Ele; de outro, enquanto solidário com os pecadores, foi separado e se sentiu abandonado por Ele.

Padre Pio

Alguns santos, disse o Papa, viveram intensamente e pessoalmente esta experiência de Jesus. Um deles foi Padre Pio de Pietrelcina. Os estigmas, que o marcaram no corpo, uniram-no intimamente ao Crucificado-Ressuscitado. Viveu a experiência do Apóstolo Paulo, descrita em suas Cartas com essas palavras: "Já não sou que vivo, mas é Cristo que vive em mim".

"Isso não significa alienação, perda de personalidade: Deus jamais anula o humano, mas o transforma com o seu Espírito e o orienta a serviço do seu desígnio de salvação. Padre Pio manteve os próprios dons naturais, e também o próprio temperamento, mas ofereceu tudo a Deus."

Como aconteceu com Jesus, Padre Pio combateu a verdadeira luta não contra os inimigos terrenos, mas contra o espírito do mal. Permanecendo unido a Cristo, soube concentrar-se na profundidade do drama humano. Para Bento XVI, assim podemos resumir a missão de São Pio de Pietrelcina: guiar as almas e aliviar o sofrimento.

A herança que ele deixou foi a santidade. Esta era sempre a sua primeira preocupação: que as pessoas regressassem a Deus, que pudessem redescobrir a alegria e a beleza de pertencer à sua Igreja e praticar o Evangelho.

Oração e Caridade

Duas ações guiavam a missão de Padre Pio: a oração e a caridade. Seus dias, recordou o Pontífice, eram um rosário vivo, ou seja, uma contínua meditação e assimilação dos mistérios de Cristo, em união espiritual com a Virgem Maria. Desta oração, nascia a caridade. Estava sempre atento às situações reais das pessoas e das famílias, em especial dos doentes e dos sofredores.

Diante dos riscos do ativismo e da secularização sempre presentes, conclui o Papa, Padre Pio nos recorda que é preciso escutar Cristo para realizar a vontade do Pai: "E então, inclusive nas tempestades improvisadas, poderemos experimentar o sopro do Espírito Santo, que é mais forte do que qualquer vento, e impulsiona o barco da Igreja e cada um de nós. Eis o motivo pelo qual devemos viver sempre na serenidade e cultivar no coração a alegria, dando graças ao Senhor. O seu amor é para sempre".
( Fonte Canção Nova )

Evangelho (Marcos 4,35-41)

Domingo, 21 de Junho de 2009
12º Domingo do Tempo Comum



— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

35Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse a seus discípulos: “Vamos para a outra margem!”
36Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo, assim como estava, na barca. Havia ainda outras barcas com ele.
37Começou a soprar uma ventania muito forte e as ondas se lançavam dentro da barca, de modo que a barca já começava a se encher.
38Jesus estava na parte de trás, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram: “Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?”
39Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar: “Silêncio! Cala-te!” O vento cessou e houve uma grande calmaria.
40Então Jesus perguntou aos discípulos: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”
41Eles sentiram um grande medo e diziam uns aos outros: “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?”

- Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

domingo, 14 de junho de 2009

ORAÇÃO PEDINDO GRAÇAS POR INTERCESSÃO DO SERVO DE DEUS O PAPA JOÃO PAULO II



Ó Trindade Santa,
nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II
e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade,
a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor.
Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia
e na materna intercessão de Maria,
ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor,
indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco.
Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão,
a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos.
Amém.
1-Pai nosso 1- ave- maria 1- Glória ao Pai.

Com aprovação eclesiástica CARD. CAMILLO RUINI Vigário General do Santo Padre




Reze com fé são muitas graças alcançadas.

Evangelho (Marcos 4,26-34)

Domingo, 14 de Junho de 2009
11º Domingo do Tempo Comum


— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo,
26Jesus disse à multidão: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra.
27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece.
28A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga.
29Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”.
30E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo?
31O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra.
32Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”.
33Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam com­preender. 34E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

sábado, 13 de junho de 2009

Santo Antônio de Pádua; grande teólogo e pregador

Santo Antônio

Neste dia, celebramos a memória do popular santo – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, em 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.

Ainda jovem pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho de mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.

Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do "Pobre de Assis", o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as Ciências, que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família Francisca através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.


Santo Antônio, rogai por nós!



sexta-feira, 12 de junho de 2009

A importância do diálogo











Namoro, tempo de conhecimento mútuo


Namorar é dialogar. O diálogo é mais do que uma conversa; é um encontro de almas em busca do conhecimento e do crescimento mútuo. É pelo diálogo que o casal aprende a se conhecer, a se ajudar mutuamente, a corrigir as suas falhas, a vencer as dificuldades, a cultivar o amor e se unir cada vez mais.

O amor tem muitas faces: a compreensão, a aceitação do outro, o perdão, a busca da verdade, a paciência, a sinceridade, a fidelidade, a bondade, e tudo o que faz o outro crescer. O amor, para ser forte e vivo, deve ser renovado a cada dia com expressões e gestos sinceros.

Você deve conquistar o outro a cada dia! Ser fiel ao outro não quer dizer apenas não ter outro parceiro; é muito mais do que isso, é ser verdadeiro em tudo. Não ser fingido, mascarado, mas, autêntico, sincero. Totalmente transparente.

Lembre-se do que afirmou o pequeno príncipe: "O essencial é invisível aos olhos" e "Só se vê bem com o coração". São Paulo nos recorda que o material é terreno e passageiro, mas o espiritual é eterno. Tudo o que você vê e toca pode ser destruído pelo tempo, mas o que é invisível aos olhos está apegado ao ser da pessoa e nada pode destruir. Esse é o verdadeiro valor. A beleza do corpo dela (e) hoje, amanhã, não existirá mais quando o tempo passar e os filhos crescerem... mas aquilo que está no "ser" dele ou dela ficará sempre, e é isso que dará estabilidade ao casamento e garantirá sua felicidade duradoura, da sua família e dos filhos.

O namoro é o tempo de conhecer o coração do outro, e não o seu corpo; é o momento de explorar a sua alma, e não o seu físico. Guarde bem isso, e bom namoro!

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João Mariano e Silvia Helena

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Brigas de casal

Quando um não quer, dois não brigam

Afinal, se um não quer, dois não brigam! Para ocorrer uma briga é preciso haver duas pessoas envolvidas. Portanto, para evitar uma discussão, é preciso não estimular a pessoa que quer brigar respondendo ou provocando de forma agressiva!

Ouça os comentários do autor

Aqui vão algumas dicas para que haja paz, pois quando um não quer dois não brigam.

1. Ouça o que a pessoa tem a dizer, não a interrompa.

2. Tenha calma e seja paciente.

3. Não interprete à sua maneira o que está sendo dito: pergunte o que não entender!

4. Respire fundo, conte até dez e reflita antes de responder.

5. Não se ofenda: muitas vezes, palavras ditas num momento de briga apenas revelam a mágoa ou raiva da pessoa no momento e não é, necessariamente, o que ela pensa a seu respeito.

6. Às vezes é preciso “engolir seco", esperar a pessoa se acalmar e conversar mais tarde.

7. Pare e pense: a pessoa que briga com você tem motivos para isso, ou não? Se ela os tiver, aceite a crítica sem se alterar e tente mostrar o seu ponto de vista. Caso ela não os tenha, tente entender o que a levou a se desentender com você. Ela pode estar nervosa ou preocupada com outra coisa e descontando o estresse em você.

8. Não se faça de vítima.

9. Deixe o orgulho de lado!

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João Mariano e Silvia Helena

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A história do outro atrapalha o namoro?











Saiba ver no outro, primeiro, o que ele tem de bom


Conhecer a "história" e o "coração" da pessoa que está hoje ao seu lado. Quem ele é? Logo que a criança entra na escola e aprende a ler, já começa a estudar a história do Brasil. É para que ela conheça o país; e conhecendo-o, compreenda-o, ame-o, ajude-o... O mesmo se dá entre as pessoas. Quando você mergulha na história do outro, conhece os seus dramas e os fatos que a determinaram, então você o compreende melhor e tem mais motivações para entendê-lo, tem mais paciência para ouvi-lo, perdoá-lo e ajudá-lo.

Aí está o segredo de um relacionamento profundo e que propicia um conhecimento interior adequado de ambas as partes. E aqui você percebe porque é importante que o relacionamento seja maduro; cada um vai expor ao outro o seu coração, as suas reservas mais secretas. É por isso que o namoro não pode ser uma brincadeira sem qualquer responsabilidade. Você precisa saber guardar as confidências do outro, mesmo amanhã se o namoro terminar. Há coisas que temos de ter a grandeza de levar para o túmulo conosco, sem revelar a ninguém. Quando alguém abre-lhe o coração está depositando toda a confiança em você, e espera não ser traído. Portanto, cuidado com o que você conta a terceiros sobre o seu namoro; nem tudo poderá ser contado aos outros. Você não gostaria que ele revelasse aos outros as suas confidências, então não revele as confidências dele.

Jesus nos manda não fazer aos outros aquilo que não queremos que seja feito conosco. É uma regra de ouro. Quando conhecemos o interior de uma caverna vemos coisas belas, mas, outras assustadoras. Há belos lagos escondidos, com águas cristalinas, e formações calcárias bonitas; mas há também cantos escuros com morcegos e outros bichos. Nem por isso esse local deixa de ser atraente e rico.

Da mesma forma a pessoa que está a seu lado. No seu interior há belas passagens, mas pode haver também recantos escuros. Saiba valorizar o que há de belo no interior da pessoa, antes de se deter nos seus pontos escuros.

Saiba ver no outro, primeiro, o que ele tem de bom, e só depois encare o seu lado difícil. Saiba elogiar e fazer crescer o que há de bom nele e cure com carinho as feridas que precisam ser tratadas. Isso mostra-nos que não há o chamado "amor à primeira vista". O amor não é um ato de um momento, mas se constrói "a cada momento". Não se pode conhecer uma pessoa "à primeira vista", é preciso todo um relacionamento. Só o tempo poderá mostrar se um namoro deve continuar ou terminar, quando cada um puder conhecer o interior do outro, e então, avaliar se há nele as exigências fundamentais que você fixou.

Um indício de que o relacionamento começou bem é a ausência de brigas e desentendimentos, por pequenas coisas sobretudo. Se nessa fase feliz do namoro, quando as preocupações de cada um são poucas, já existem muitas brigas, creio que isso seja umsinal de que a coisa não vai bem.

Não há que se ter escrúpulos para terminar um namoro; basta que haja sinceridade e delicadeza para que o seu término não deixe feridas em cada um. Eis aqui uma questão importante: você não pode criar uma esperança vazia no outro, levá-lo às alturas nos seus sonhos, e depois, de repente, jogar tudo no chão. Isso seria uma covardia!

Não brinque com os sentimentos e com a vida do outro, da mesma forma que você não quer que ele faça assim com a sua. Não alimente no outro esperança falsa. É válido tentar prolongar um pouco aquele namoro difícil, para tentar ainda um discernimento melhor; mas você não deve iludir o outro, nem um dia a mais, se chegou à conclusão de que não é com essa pessoa que você vai poder construir uma vida a dois.

Conhecer a família é imprescindível para você conhecer a história da pessoa, já que esta é fruto dela. Em todas as famílias há valores próprios, denominadores comuns, frutos da cultura familiar e da educação, isso que o povo chama de "berço". Ali você encontrará valores e desvalores; e saiba que o seu namorado vai trazê-los para o relacionamento com você. Isso é certo.

Portanto, para conhecer bem e poder escolher bem, você terá que olhar "de olhos abertos" a realidade familiar do outro que se põe diante de você; não para discriminar, mas para conhecer. É um grave engano pensar que você vai namorar, e quem sabe casar-se com ele ou com ela e não com a sua família; e que, portanto, a família dessa pessoa não importa.

A voz do sangue fala muito forte em todos nós; e, se não soubermos lidar com ela, muitos estragos podem acontecer. Toda família tem uma série de valores e também de problemas. Você terá que avaliar também isso para chegar ao discernimento sobre o seu namoro.

Não se trata de "julgar" a família do outro, e muito menos de menosprezá-la; mas você tem o direito de construir a sua vida e a sua família sobre valores que lhe são caros.

Tudo isso é importante para que o seu casamento, no futuro, não seja "um tiro no escuro". O importante é ter os olhos abertos e não se fazer de cego. O coração não pode cegar o espírito. Não deixe de ouvir a opinião de seus pais. Muitos namoros e casamentos foram mal porque os jovens não quiseram ouvir os pais. Eles são experientes e amam você de verdade. Não se faça de surdo às suas advertências. Eles conhecem os perigos da vida muito melhor do que você.

Ouça comentários adicionais de João Mariano e Silvia Helena sobre a importância do tema


Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

Conheça a origem da festa de Corpus Christi

Na próxima quinta-feira, 11, a Igreja celebra a festa de Corpus Christi. Solenidade que teve início no século XIII, na pequena cidade italiana de Bolsena. A celebração do Corpo de Cristo acontece na primeira quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade.

Como surgiu e como se desenvolveu, você vai saber a partir de agora em reportagens especiais sobre o tema.

Assista à reportagem

terça-feira, 9 de junho de 2009

O que é namorar?

Tempo de conhecer o outro

O namoro é dinâmico como a própria vida das pessoas. Hoje, a liberdade é enorme quando se fala desse assunto, o que, aliás, torna-se ocasião para muitos desvirtuamentos nessa área. Coisas que para a geração anterior era impensável, hoje tornou-se comum entre os jovens, como, por exemplo, viajar juntos sem os pais; dormirem na mesma casa, entre outros. Se por um lado essa liberação pode até facilitar a maturidade dos jovens namorados, não há como negar que é uma oportunidade imensa para que o relacionamento deles ultrapasse os limites de namorados e os precipite na vida sexual.

Lamentavelmente tornou-se comum entre os casais de namorados a vida sexual, inadequada nessa fase. O namoro, como já mostramos, é o tempo de conhecer o outro, escolher o parceiro com quem a vida será vivida até a morte, e é o tempo de crescimento a dois. Tudo isso será vivido por meio de um diálogo rico dos dois, pelo qual cada um vai se revelando ao outro, trocando as suas experiências e as suas riquezas interiores. Dessa forma, começa a construção recíproca de cada um, o que continuará após o casamento.

O namoro implica o reconhecimento do outro, a sua aceitação e a comunicação com ele. É diferente conhecer uma pessoa e conhecer um objeto. O objeto é frio, a pessoa é um “mistério”; não pode ser entendida só pela inteligência, pois a sua realidade interior é muito mais rica do que a ideia que fazemos dela pelas aparências. Você só poderá conhecer a pessoa pelo coração e pela revelação que ela faz de si mesma a você. No objeto vale a quantidade, o peso, o tamanho, a forma, o gosto; na pessoa vale a qualidade. O objeto é um problema a ser resolvido; a pessoa é mistério a ser revelado e compreendido. Saiba que você está diante de uma pessoa que é única (indivíduo), insubstituível, original, distinta de todos os outros... Alguém já disse que cada pessoa é “uma palavra de Deus que não se repete”. Não fomos feitos numa fôrma.

No namoro você terá de respeitar essa “individualidade” do outro, para não sufocá-lo. Muitas crises surgem porque ambos não se respeitam como pessoas e únicos. É por isso que as comparações e os padrões rígidos podem ser prejudiciais. Você não pode querer que a sua namorada seja igual àquela moça que você conhece e admira; o seu namorado não tem que ser igual ao seu pai... Cada um é um. A liberdade é uma condição essencial da pessoa. Sem liberdade não há pessoa.

É no encontro com o outro que a pessoa se realiza; e aqui está a beleza do namoro vivido corretamente. Ele leva você a abrir-se ao outro. A partir daí você deixa de ser criança e começa a tornar-se adulto; porque já não olha só para si mesmo. O namoro é esse tempo bonito de intercomunicação entre duas almas. Mas toda revelação implica num comprometimento de ambos e num engajamento de vidas. “Tu te tornas eternamente responsável por aquele que cativas”, disse o pequeno príncipe [na obra homônima “O Pequeno Príncipe”].

Você se torna responsável por aquele que se revela a você do mais íntimo do seu ser. Cuidado, portanto, para não “coisificar” a sua namorada. Às vezes, essa coisificação do outro se torna até meio inconsciente hoje. Ela acontece, por exemplo, quando o noivo proíbe a noiva de usar batom ou a proíbe de cortar os cabelos. O marido “coisifica” a esposa quando a obriga a ter uma relação sexual com ele, quando não lhe permite participar das “suas” decisões financeiras e quando a proíbe de ter alguma atividade na Igreja, entre outros. Da mesma forma, o namorado “coisifica” a namorada quando faz chantagens emocionais com ela para conseguir o que quer. Assim como a namorada “coisifica” o namorado quando o sufoca fazendo-o ficar o tempo todo do seu lado, sem que o rapaz possa fazer outros programas com os amigos...

Não faça do outro um objeto nem deixe que o relacionamento de vocês se torne uma “dominação do outro”; mas sim, um “encontro” entre ambos.

Namorar é dialogar! O diálogo é mais do que uma conversa; é um encontro de almas em busca do conhecimento e do crescimento mútuo. Sem um bom diálogo não há um namoro feliz e bonito. É pelo diálogo que o casal – seja de namorados ou cônjuges – aprende a se conhecer, ajuda-se mutuamente a corrigir suas falhas, vence as dificuldades, cultiva o amor, se aperfeiçoa e se une cada vez mais.

Os namorados que sabem dialogar sabem escolher bem a pessoa adequada, fazendo uma escolha com lucidez e conhecimento maduro. Para haver diálogo você precisa aprender a ouvir o outro; a ter paciência para entender o que ele quer dizer, e, só depois, concordar ou discordar. Seja paciente, não corte a palavra do outro antes que ele a complete. Lembre-se: diálogo não é discussão. É preferível “perder” uma discussão do que dominar o outro.

À medida que o tempo for passando, o diálogo amadurecendo e o namoro se firmando, então será necessário conversar sobre as coisas do futuro, para se saber quais as aspirações que cada um traz no coração, e se elas se coadunam mutuamente. Não se trata de ficar sonhando no vazio sobre o futuro, mas de começar a escolher e a preparar a vida que ambos vão viver e construir amanhã: a família, os filhos, entre outros projetos.

Nada de real se faz nesta vida sem um sonho, um projeto, um plano e uma construção. Se de um lado, sonhar no vazio é uma doce ilusão; por outro, refletir sobre o que se quer construir no futuro é uma necessidade. É assim que nasce um lar.


Dunga fala sobre Os cincos sentimentos para regar a vida a dois


Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

Bem-Aventurado José de Anchieta

Com grande alegria, celebramos hoje a memória do Apóstolo do Brasil, que nasceu no ano de 1534, emenerife, Ilhas Canárias. O bem-aventurado José de Anchieta nasceu no dia de São José, por isso o nome, visto que sua família era muito religiosa. De modo que enviaram seus filhos maiores para estudarem em Portugal, um dos quais, o nosso santo.

Aconteceu que José entrou para a Companhia de Jesus, e com inteligência e memória incomuns, somadas às virtudes e dons de Deus, fizeram dele um noviço exemplar. Ao ficar debilitado, foi-lhe providencialmente oferecida uma viagem para o nosso Brasil, onde o clima seria medicinal. Mais do que buscar saúde, José de Anchieta descobriu que aqui era terra de quem busca almas para o Senhor. E isso, ele encontrou principalmente nos indígenas.

Chegou no Brasil em 1553, e pôde participar de grandes acontecimentos, como a primeira Santa Missa celebrada, aqui, pelo Padre Manuel da Nóbrega, ocorrida na Festa da conversão de São Paulo. Sendo lançada a pedra fundamental da atual Megalópolis. Deu aulas; aprendeu a língua indígena Tupi; enfrentou ser refém da feroz tribo dos Tamoios; escreveu o maior poema em louvor a Nossa Senhora na areia e, depois, com uma pena, após ter sido ordenado sacerdote, em Salvador, Bahia.

Anchieta passou seu últimos anos de vida no Estado do Espírito Santo, onde adoeceu e morreu em 1597, com a certeza de ir para o céu, juntamente com muitos outros brasileiros evangelizados por ele.


Bem-Aventurado José de Anchieta, rogai por nós!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Namorar ou ficar











O namoro implica o conhecimento do outro


Nos dias de hoje, por incrível que pareça, namorar é considerado fora de moda. O "ficar" parece muito mais fácil, certo? Talvez nem tanto. No “ficar” as pessoas se encontram, se atraem e acabam trocando beijos ou até algo mais. Mas é importante dizer que esse tipo de relacionamento caracteriza-se pela ausência de compromisso, de limites e regras claramente estabelecidas: o que pode ou não pode é definido no momento em que o relacionamento acontece, de acordo com a vontade dos próprios “ficantes”.


A duração do “ficar” varia: o tempo de um único beijo, a noite toda, algumas semanas. Nessa situação, ligar no dia seguinte ou procurar o outro não é dever de nenhum dos envolvidos.

Por essa razão, esse tipo de envolvimento acaba se tornando atraente para muitas pessoas que desejam apenas curtir o lado bom do namoro, sem responsabilidades, cobranças ou compromissos. A partir disso essa prática acaba substituindo e muito o namoro; muitos jovens preferem apenas trocar alguns carinhos a encarar uma relação mais séria. O problema é que, muitas vezes, bate uma carência, uma vontade de ter alguém...

A pessoa que sempre “fica” dificilmente se envolve. Chega uma hora em que é natural sentir vontade de ter alguém com quem sair, conversar, dividir bons e maus momentos, trocar beijos e carinhos, enfim, ter um relacionamento. Algumas pessoas, às vezes, ficam com vários parceiros na mesma noite, às vezes durante vários dias.

Para refletir:

1) ficar é namorar de brincadeira;

2) ficar é praticar para ver se vai dar certo;

3) ficar é suprir provisoriamente a carência afetiva e sexual;

4) ficar é curtir todo mundo numa boa, sem compromisso

5) enfim, ficar não significa namorar nem mesmo significa crescer.

Pense sempre que Deus tem o melhor para você. Valorizar-se é o caminho da busca da verdadeira felicidade.

"O jovem não foi feito para o prazer, mas para o desafio!" (Paul Marcel, filósofo cristão francês).

João Mariano e Silvia Helena
Casal da Comunidade Canção Nova

domingo, 7 de junho de 2009

Evangelho (Mateus 28,16-20)

Domingo, 7 de Junho de 2009
Solenidade da Santíssima Trindade





— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo,
16os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado.
17Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram.
18Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra.
19Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,
20e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

São Bonifácio

Com alegria, celebramos vida de total entrega a Deus, do cristão que se tornou o Apóstolo da Alemanha. São Bonifácio nasceu em 675 e recebeu o nome de batismo de Winfrido e com o passar da vida, no seguimento do Divino Mestre, tornou-se monge beneditino.

O coração de Bonifácio era sereno como o dos seus irmãos monges, porém inquieto por causa do seu ardor missionário, sendo assim ao se apresentar ao Papa recebeu sua investidura de missionário, fato que mudou sua vida e seu nome de Winfrido para Bonifácio, em memória de um grande mártir. Ordenado Bispo, São Bonifácio soube proporcionar elo do Cristianismo nascente na Alemanha com Roma, assim como bem evangelizou os quatro cantos de sua região, através de muitos mosteiros e dioceses que nasceram por sua causa.

Docilidade e firmeza, timidez e coragem, oração e ação estavam presentes em sua pessoa e fecundo apostolado, que não se resumiu na Alemanha, pois ao estabelecer sede episcopal, deixou tudo nas mãos de outro Bispo e foi evangelizar o Norte da Europa. Aconteceu que ao ir para Dokkin a convite para celebrar o Crisma, São Bonifácio e outros cristãos foram atacados e mortos por pagãos, isso em 754.


São Bonifácio, rogai por nós!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

São Crispim

Neste dia lembramos o primeiro santo canonizado pelo Papa João Paulo II: São Crispim, que nasceu em Viterbo, na Itália em 1668.

Chamado a vida religiosa, recebeu a formação jesuíta mas acabou entrando para a família franciscana, despertado pela piedade dos noviços. Ocupou cargos de grande simplicidade dentro da comunidade, como a horta, a cozinha, e tantos outros serviços onde ele testemunhava em tudo o amor de Deus.

Falava e vivia a seguinte frase: “Quem ama a Deus com pureza de coração, vive feliz e morre contente”

Crispim deixou essa marca da pureza e da alegria. Que dia de marca estou deixando nessa vida?

Ele viveu tudo com pureza de coração, foi feliz e morreu contente em 1748.

Que nosso caminho seja marcado pelo amor e pela verdadeira alegria.

São Crispim, rogai por nós!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Santos Marcelino e Pedro

Hoje, a Igreja torna célebre a santidade de dois homens muito populares em Roma, pois com a fidelidade radical a Cristo, deram o lindo e marcante testemunho do martírio. Os santos de hoje faziam parte do clero romano, no início do século IV.

Os dois viveram num tempo em que Diocleciano estava perseguindo duramente aos cristãos, e também se tornaram alvo da perseguição. No ano 304, foram presos, e quanto maiores eram os tormentos, tanto mais fortes se tornavam as oração deles pelos perseguidores, pois consolados pelo Espírito, conseguiam misteriosamente viver tudo na alegria e tranqüilidade.

Os santos Marcelino e Pedro souberam que o chefe do presídio estava muito triste; ao questionarem o porquê dessa tristeza, descobriram que sua filha sofria com ataques demoníacos. Sendo assim, apresentaram-lhe o Cristo e testemunharam o Seu poder de libertar a criança. Então, partiram para a casa do chefe do presídio, e desta forma Jesus pôde libertá-la e converter a família e muitos outros. O chefe convertido foi preso e morto por causa da fé e logo após serem capturados, foram Marcelino e Pedro levados para o chamado Bosque Floresta Negra, que tornou-se com o martírio dos santos, o bosque do testemunho de fé e amor a Jesus, O Mártir.


Santos Marcelino e Pedro, rogais por nós!