( Fonte Canção Nova )
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Conhecendo um pouco sobre Sto. Agostinho
( Fonte Canção Nova )
A laicidade francesa permite à Igreja ter um lugar na sociedade
24/11/2009 (2:38)
Até que ponto a Igreja e o Estado mantém laços? A recente controvérsia sobre os crucifixos nas escolas italianas trouxe a pergunta. Um debate no qual a França parece ter encontrado hoje – segundo Mons. Valdrini - uma forma de equilíbrio em torno do conceito de laicidade. Uma noção muito francesa, que historicamente se baseia em fontes por sua vez filosóficas, a Ilustração e a política, que insistem na independência do Estado da Igreja.
Durante o discurso na Basílica de Latrão em dezembro de 2007, o presidente Sarkozy quis precisar o significado de laicidade, acrescentando o adjetivo “positiva”. Uma mudança de vocabulário que reflete melhor o que verdadeiramente é a laicidade na França.
Para Mons. Valdrini, se a laicidade, tal como é vivida na França, não pode ser um modelo para todos os outros países europeus, pode inspirar – por sua vez - positivamente as relações entre os Estados e a Igreja, para pacificar algumas relações às vezes complexas.
“A laicidade francesa se define sobretudo pela neutralidade do Estado. O Estado é absolutamente livre em relação às religiões, o que historicamente é relativamente novo. Não existe religião de Estado na França, e por isso, aceita o pluralismo das religiões. Por outro lado, as religiões são absolutamente livres no Estado francês, mas devem respeitar a ordem pública”.
“Essa laicidade não-positiva, que era uma forma de laicidade vazia, que fazia com que as Igrejas pudessem viver, porém dentro de um país que não tinha outros registros de ação e explicação que o registro privado. É assim que de repente pensamos que essas podiam ter importância no debate social, com pontos de vista, por exemplo, na ética, moral e sobretudo aquilo que queremos”.
“Na Europa, a maioria dos países tem estatutos absolutamente diferentes. A laicidade é vivida como uma neutralidade do Estado, porém de modos muito diferentes. Ou seja, a partir da tradição, da história e da mesma identidade dos povos, como se vê na Itália no caso do crucifixo. Há uma espécie de protesto, eu diria de subida, de contestação que não aceita que se retirem os crucifixos das escolas ou dos tribunais. Enquanto na França é um problema que não se põe em absoluto. O que demonstra bem que cada país tem uma identidade que deve respeitar a laicidade”.
( Fonte h2onews )
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Santa Isabel da Hungria
Hoje celebramos a memória de uma mulher de Deus, que devida sua vida de santidade teve o seu nome em muitas instituições de caridade e foi declarada como Padroeira da Ordem Terceira Franciscana. Isabel era filha de André, rei da Hungria, e nasceu num tempo em que os acordos das nações eram selados com o casamento. No caso de Isabel, ela fora prometida a Luís IV (duque hereditário da Turíngia) em matrimônio, um pouco depois de seu nascimento em 1207.Santa Isabel foi morar na corte do futuro esposo e lá começou a sofrer veladas perseguições por parte da sogra que, invejando o amor do filho para com a santa, passou a caluniá-la como esbanjadora, já que tinha grande caridade para com os pobres. Mulher de oração e generosa em meio aos sofrimentos, Isabel sempre era em tudo socorrida por Deus. Quando já casada e com três filhos, perdeu o marido numa guerra e foi expulsa da corte pelo tio de seu falecido esposo, agora encarregado da regência.
Aconteceu que Isabel teve que se abrigar num curral de porcos com os filhos, até ser socorrida como pobre pelos franciscanos de Eisenach, uma vez que até mesmo os mendigos e enfermos ajudados por ela insultavam-na, por temerem desagradar o regente. Ajudada por um tio que era Bispo de Bamberga, Isabel logo foi chamada para voltar à corte, e seus direitos, como os de seus filhos, foram reconhecidos, isto porque os companheiros de cruzada do falecido rei tinham voltado com a missão de dar proteção à Isabel, pois nisto consistiu o último pedido de Luís IV.
Santa Isabel não quis retornar para Hungria; renunciou aos títulos, além de entrar na Ordem Terceira de São Francisco. Fundou um convento de franciscanas em 1229 e pôs-se a servir os doentes e enfermos até morrer, em 1231, com apenas 24 anos num hospital construído com seus bens.
Santa Isabel da Hungria, rogai por nós!
sábado, 14 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A morte de Cristo
Professor Felipe Aquino
Canção Nova.
